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Reeducação Alimentar.

AGAVE....você conhece?
O extrato de agave é um substituto do açúcar, 100% natural. Seu paladar neutro não altera o sabor dos alimentos. Tem coloração amarela clara, odor agradável e textura mais ...suave que o mel.
É um alimento orgânico, de poder adoçante maior que o açúcar, e de baixo índice glicêmico (se transforma em glicose de maneira mais lenta) o que permite sua utilização por diabéticos controlados.
É sem glúten, sem lactose e de origem vegetal.
Tem 3,34 calorias por grama, é 3 vezes mais doce que o açúcar comum. Boa fonte de minerais, como ferro, cálcio, potássio e magnésio.
Quando usado no lugar do açúcar tem efeito coadjuvante no emagrecimento, pois tem menos calorias e menor índice glicêmico. Devido a isso, pode atuar como protetor contra diabetes - como é digerido mais lentamente não demanda grandes quantidades de insulina, importante para prevenção da doença.
É um produto orgânico certificado. A planta que dá origem ao agave é cultivada sem nenhum aditivo químico. O processo de beneficiamento da planta é também isento de qualquer substância química.
Por tudo isso, o agave é um grande aliado de quem busca uma alimentação saudável.
Dicas de uso:
Como edulcorante (adoçante):
Para adoçar 250 ml de suco substitua 1 colher (sopa) de açúcar (15g) por 1 colher (sobremesa) de extrato de agave (10g)
Potencializador de sabor:
Realça o sabor de outros ingredientes como frutas e sucos. Amasse uma banana ou cozinhe maçãs e peras e adoce com um fio de extrato de agave.
Fonte: Mundo Verde
Você encontra o agave em casas de produtos naturais!Ver mais
28.2.13
Cuscuz de Milho (vegana)
Ingredientes1 cebola picada
1 pimentão vermelho em cubinhos
1 colher (sopa) de azeite
1 lata de milho-verde cozido no vapor
1/4 de xícara de purê de tomate
1 colher (chá) de sal
2 xícaras de água
2 xícaras rasas de farinha de milho em flocos
Salsa e cebolinha picadas a gosto
Preparo
Refogue a cebola e o pimentão no azeite por 5
minutos. Adicione o milho. Retire do fogo e reserve 3 colheres (sopa) do
refogado para a decoração. Devolva o restante ao fogo e acrescente o purê de
tomates, o sal e, por último, a água. Quando levantar fervura, abaixe o fogo e
acrescente a farinha de milho aos poucos. Mexa tudo para dissolver até virar um
mingau grosso. Adicione a salsa e a cebolinha. Misture novamente e reserve. Unte
uma forma pequena (20 cm de diâmetro) com furo no meio com azeite e distribua o
refogado que ficou reservado no fundo. Por cima, acomode a massa do cuscuz,
pressionando bem. Deixe firmar na forma por 5 minutos e desenforme com cuidado
para não quebrar. Enfeite com uma folha de salsinha.
Rendimento: 6 porções
Cálcio na Dieta Vegana
A noção de que o leite e derivados são a melhor (se não a
única) fonte de cálcio é tão arraigada na nossa sociedade que a maioria das
pessoas tem dificuldade em aceitar a idéia de que é possível ter ossos saudáveis
sem o consumo de laticínios. Mas o fato é que o cálcio não é exclusividade do
produto secretado pelas glândulas mamárias dos animais
mamíferos.
A noção de que o cálcio é exclusividade do leite da vaca é fruto
de um elaborado trabalho de propaganda por parte das indústrias de laticínios.
Apesar de não poderem afirmar diretamente que o leite de vaca é a única fonte de
cálcio (isto seria propaganda enganosa) a indústria busca passar esta noção ao
consumidor. Faz pouco mais de um ano que a Vegan Society do Reino Unido
processou uma multinacional que lançou uma campanha que trazia a frase:
“Leite – essencial para ossos saudáveis”. Em poucos dias, a campanha
foi tirada do ar, pois essencial é aquilo que não pode ser substituído, o que
não é o caso dos laticínios como sendo fonte de
cálcio.
Se uma associação de feirantes pudesse desenvolver uma campanha
para promover os alimentos vegetais como boas fontes de cálcio, o que eles
promoveriam? Os vegetais verde-escuros (brócolis, couve e quiabo) são excelentes
fontes de cálcio e estão acompanhados de uma série de outros nutrientes
importantes para o metabolismo do cálcio, como o potássio e a vitamina K. As
frutas secas (figo, damasco, uva-passa) e as castanhas e sementes (nozes,
avelãs, amêndoas, castanha-do-Pará, semente de girassol, gergelim, entre outras)
são fontes bastante concentradas deste mineral e são muito fáceis de serem
armazenadas, transportadas e consumidas. Já as leguminosas (soja, tofu,
lentilha, ervilha, grão-de-bico, feijões), muitas delas tão presentes no
cardápio do brasileiro, são também boas fontes e o melado-de-cana completa a
lista oferecendo uma grande concentração de cálcio. Estas são as principais
fontes de cálcio em uma dieta livre de produtos de origem
animal.
Assim como quando discutimos sobre a existência de boas fontes
vegetais de proteína e ferro, uma vez demonstrada a possibilidade da dieta
vegetariana fornecer estes nutrientes em quantidades adequadas, a questão que
segue é sobre a sua qualidade, ou biodisponibilidade. De fato, há uma diferença
com relação à eficiência com que o organismo humano aproveita o cálcio dos
alimentos de origem vegetal quando comparada à eficiência com que aproveitamos o
cálcio de origem animal. Esta
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