Posted on 14/02/2012by Blog Sétimo Dia O que o apanhado de informações afirma, transformado em infográfico pelo Medical Billing and Coding, é que o homem não foi feito para ficar sentado. No passado, os humanos corriam dentro de fábricas, trabalhavam em fazendas, faziam trabalhos manuais e não tinham muito tempo para sentar. Já na modernidade, a média de tempo que passamos sentados é de 9.3 horas, mais tempo do que dormimos (7.7 horas).
Ficar sentado por 6 horas ou mais ao dia aumenta o risco de doenças cardíacas em 40%, mesmo se você praticar exercícios em outros momentos.
Um dos grandes motivos é que o ato de ficar sentado por muito tempo é associado ao sedentarismo. As atividades energéticas nos músculos da perna param de funcionar (até mascar chiclete produz mais energia do que ficar sentado!). As queimas de caloria caem para 1 por minuto. Enzimas que auxiliam na quebra de gordura reduzem para 90%. O constante acontecimento desses sintomas acaba agravando os riscos de obesidade, doença que dobrou sua porcentagem entre os anos de 1980 e 2000.
Muitos dizem que o motivo por sentarem tanto é que não têm como escapar das cadeiras no expediente de 8 horas do trabalho, mas quando vão para casa, sentam à frente da TV ou do computador e lá ficam. O horário extra que desperdiçamos sentados em casa pode causar graves problemas e deve ser evitado. Os que ficam sentados assistindo TV por mais de 3 horas têm 64% de chance de sofrer uma doença cardíaca.
Toda oportunidade que você tiver dentro do escritório para esticar o corpo deve ser usada. Levante um pouco, alongue o corpo, ande, prefira as escadas em vez do elevador. Quando voltar para se sentar, lembre-se que postura conta! Sentar em um ângulo de 135 graus causa menos estresse para as costas do que se debruçar sobre a mesa ou mesmo sentar em um ângulo de 90 graus.
O infográfico disponibilizado pelo Medical Billing and Coding pode ser lido por completo abaixo (em inglês).
É um tumor que tem origem nas células sanguíneas, nomeadamento nos linfócitos B (glúbulos brancos). Numa situação normal, estas células de defesa, quando expostas a substâncias estranhas ao organismo reagem diferenciando-se em plasmócitos, produtores de anticorpos (constituídos por imunoglobulinas). São por isso a base da defesa imunológica contra microorganismos, particularmente bacterianos. No mieloma múltiplo há uma desregulação do controlo deste processo e ocorre uma proliferação excessiva de plasmócitos tumorais (malignos) com consequente produção excessiva de imunoglobulinas (proteínas M) por um mesmo grupo de células. Estas células vão invadir e acumular-se na medula óssea, garantindo a sua sobrevivência, proliferação e resistência à terapêutica. O mieloma múltiplo afecta mais homens do que mulheres e é mais frequente na população negra. Tem uma incidência de 4 em 100.000 pessoas e a idade média de diagnóstico é de 68 anos, aumentando a sua incidência com a idade. Representa 1% de todos os casos de cancro. As principais manifestações clínicas desta patologia são: - a dor óssea, desencadeada pelo movimento, é o sintoma mais frequente (70% doentes) e geralmente é referida na região dorsal ou nas costelas - fracturas ósseas patológicas e osteoporose - lesões de destruição óssea (osteolíticas) visíveis nas radiografias, como exemplificado nesta radiografia de crânio (lesões típicas em "saca-bocados") - infecções bacterianas recorrentes - pneumonias, pielonefrite (infecção urinária alta) - insuficiência renal, geralmente secundária a: - hipercalcémia (excesso de cálcio em circulação) - fadiga fácil / anemia - alterações da sensibilidade, dor nevrálgica ou incontinência urinária/fecal (por colapso das vértebras e compressão consequente da medula espinhal) - letargia e confusão - cefaleias - hemorragias Existem vários tipos de mielomas/distúrbios dos plasmócitos, nomeadamente: - gamopatia monoclonal de significado indeterminado (GMSI), bastante mais frequente (afecta 1% da população), não necessita de tratamento, embora em raros casos possa evoluir para MM (1%/ano) - plasmocitoma ósseo solitário que consiste numa lesão osteolítica única sem aumento dos plasmócitos na medula óssea - plasmocitoma extramedular que não afecta a medula, mas sim o tecido linfóide da nasofaringe ou seios paranasais - mieloma assintomático ou latente, em que apesar das alterações analíticas e da presença de plasmocitose na medula óssea, o doente não tem ainda sintomas - mieloma múltiplo sintomático (cursa com sintomas) Além disso a proteína aumentada no mieloma também varia: IgG (53%), IgA (25%), IgD (1%), cadeias leves (20%). Para o diagnóstico, além do exame físico e laboratorial básico (que permite detectar a anemia, hipercalcémia ou insuficiência renal), tornam-se fundamentais radiografias ósseas (lesões osteolíticas), urina de 24 horas (proteínas Bence-Jones) electroforese e imunoelectroforese das proteínas (pico de proteína M), doseamento das imunoglobulinas séricas e biópsia de medula óssea (plasmocitose medular). A sobrevida média após o diagnóstico é de 5 a 6 anos. O tratamento pode passar pelo transplante autólogo de células estaminais (com células saudáveis do próprio doente) e, nesses casos, é precedido por quimioterapia em alta dose para reduzir o número de células e de colheita das células a transplantar. Em doentes não candidados a transplante o tratamento recorre à quimioterapia com agentes mais agressivos e corticóides. A radioterapia também é útil no controlo da dor óssea e nos plasmocitomas ósseo solitário e extramedular, que respondem muito bem a esta abordagem.
O que é necessário saber ? Artrose do joelho ou gonartrose- a articulação do joelho como qualquer movimenta-se através do deslizamento entre as superfícies cartilaginosas. O desgaste progressivo dessas cartilagens levam à artrose. Quando esse desgate atinge a superfície óssea e o contato articular faz-se osso contra osso "imagem em espelho", a dor pode ser severa e a impotência funcional grande e progressiva. A artrose é a mais comum das doenças articulares. Seu impacto econômico é enorme, graças à incapacidade que provoca nos pacientes. Encontram-se evidências de artrose em alguma articulação na maioria das pessoas acima dos 65 anos. Mais de 80% daqueles acima dos 75 anos são acometidos pela artrose, ou seja, a prevalência da doença aumenta com a idade. Mulheres têm aproximadamente o dobro de propensão em comparação com os homens, e tratando-se de mulheres negras, essas têm o dobro de propensão à artrose no joelho em comparação com mulheres brancas. Diferenças raciais existem tanto para a prevalência da artrose quanto para os tipos de juntas acometidas. Ignora-se, porém, se essas diferenças são genéticas ou devido ao uso das juntas conforme o estilo de vida de cada grupo étnico.
As causas da artrose- Quando não tem uma causa identificável, classifica-se a gonartrose como primária. Quando há uma causa identificável, diz-se que é secundária. As causas são numerosas. O excesso de peso é certamente um fator que favorece. Uma anomalia de eixo dos membros inferiores (genu varum ou genu valgum) pode igualmente conduzir a um desgaste da cartilagem. Doenças inflamatórias, doenças ósseas (osteonecrose), ou ainda as sequelas de fraturas ao redor do joelho podem ser responsáveis pela gonartrose. Pacientes com lesões crônicas de menisco e ligamento também tem um índice aumentado de desenvolver artrose a longo prazo. Fundamento biomecânico do predomínio da gonartrose no sexo feminino A estrutura mecânica do ortostatismo e da marcha humana assenta na posição vertical das tíbias. Os eixos de movimento das duas superfícies articulares tibiais, uma proximal para o fémur, outra distal para o astrágalo, são paralelos entre si e paralelos ao solo. As superfícies são, também, convenientemente perpendiculares à transmissão das cargas, constituindo assim uma coluna perfeita. Se o ponto de aplicação das cargas for excêntrico, qualquer coluna é solicitada em flexão e pode ser destruída por fractura. Isso é importante para o caso das tíbias porque no tipo de marcha humana, quando apenas um pé e o outro avança (fase de apoio monopodálico) o peso do corpo ficaria medial e excêntrico ao eixo da tíbia que apoia, solicitando-a fortemente em flexão, se não existissem importantes mecanismos de recentragem de carga. Um desses mecanismos é dinâmico, obtido pela acção do músculo tensor da fáscia lata. Outro é estático ou anatómico. Deriva da inclinação para dentro das diáfises femurais, que assim colocam os joelhos e tíbias o mais próximo possível do eixo das cargas geradas pelo peso do corpo. Na mulher, devido à maior largura da bacia (uma vantagem obstétrica), as diáfises femurais fazem um ângulo maior que no homem com a vertical (em média, 17º na mulher e 14º no homem). O ângulo que a diáfise do fémur tem de fazer desde a bacia até ao joelho é, por isso, tanto maior quanto mais larga for a pélvis. Como o quadricípete se insere ao longo dos eixos das diáfises femurais, actua sobre a rótula, forçando ligeiramente a luxação externa. Os valores do ângulo da diáfise femural, ângulo Q,, superiores a 20º são manifestamente anormais, produtores de uma tendência luxante patológica. Sintomas A dor ao nível do joelho geralmente é o primeiro sintoma da artrose. Essa dor é de caráter progressivo. Acentua-se com a atividade física (degraus, subida e descida de escadas, esportes de contato e movimentos repetitivos) e é diretamente proporcional ao excesso de peso. No início dos sintomas o repouso alivia os sintomas. É a dor, em geral, que conduz o doente a procurar o médico. O joelho inchado (derrame articular) é o segundo sintoma. O responsável por esse edema é o processo inflamatório da membrana sinovial (membrana que recobre a articulação do joelho). Essa reage à presença dos restos cartilaginosos produzindo um líquido viscoso e amarelado. Logo que o edema sinovial torna-se importante, a pressão criada acentua as dores que podem ser sentidas pelo doente na parte posterior do joelho. Outro sintoma marcante é a perda progressiva do movimento. Nas gonartroses avançadas, a deformidade do membro inferior é o terceiro sintoma. As deformidades podem ser em varo (joelho cambota) ou valgo ( joelho em “x”). Estes sintomas vão progressivamente impedir o doente ande normalmente. A utilização das bengalas pode tornar-se indispensável. A rigidez articular pode ser o sintoma mais tardio. Fatores que aumentam o risco de desenvolver artrose do joelho: • Hereditariedade: há algumas evidências que mutações genéticas podem tornar um indivíduo mais propenso a artrose do joelho. • Peso: o peso aumenta as pressões nas articulações, como no joelho. • Idade: a cartilagem sofre alterações na sua resistência como qualquer tecido do corpo humano com o passar do tempo. • Sexo: mulheres com mais de 50 anos de idade são mais propensas do que homens. • Trauma: lesão prévia no joelho, incluindo lesões esportivas, podem levar a artrose do joelho. • Esportes de alto impacto: jogadores de elite do futebol, corredores de longa distância e jogadores de tênis têm um aumento do risco de desenvolver artrose do joelho. • Outras doenças: episódios repetidos de gota ou artrite séptica, doenças metabólicas e algumas condições congênitas podem também aumentar o risco de desenvolver artrose do joelho. Prevenção A artrose pode ser prevenida através da adopção de hábitos saudáveis, tais como, vigiar o peso, fazer uma dieta variada e equilibrada, mudar de postura com frequência, tentando-se evitar aquelas que sobrecarregam as articulações. A prática de exercícios suaves, tais como, caminhar, nadar, pedalar e fazer ginástica a um ritmo moderado também contribuem para a prevenção desta. Exames necessários O médico em geral solicita exames de laboratório para afastar a possibilidade de haver outros tipos de reumatismo. Auxiliam na exclusão de outras doenças articulares. Não há um exame específico para comprovar a presença da artrose. As radiografias simples são indispensáveis, e até os dias atuais ainda permanecem sendo os melhores exames para diagnosticar e graduar (classificar) as artroses. Devem ser realizadas com apoio, fornecendo ao examinador uma imagem real do desgaste que se reproduz durante a marcha (caminhada). O Rx permitem visualizar o pincamento articular (diminuição do espaço entre os ossos). A radiografia anteroposterior (AP) com apoio pode visualizar uma artrose fêmoro tibial interna (medial) ou externa (lateral). É necessário também estudar a articulação fêmoro patelar com vistas em perfil e axiais. A artrose fêmoro patelar isolada é rara e acompanha-se de dores que incapacitam à subida e descida de escadarias. Outros exames de imagem como a tomografia computadorizada, a ressonância magnética e o ultra-som auxiliam no diagnóstico diferencial de lesões por outras doenças reumáticas, mas pouco informa sobre a artrose nos estudos de rotina. Tratamento O tratamento da artrose do joelho é inicialmente realizado de forma conservadora (sem necessidade de cirurgia). O objetivo é aliviar a dor.. O tratamento da artrose, responde a regras bastantes simples : fisioterapia e cinésioterapia para o reforço muscular e manutenção do eixo de movimentação, orientação dietéticas para a perda de peso e utilização de analgésicos. A fisioterapia alivia a dor e os espasmos musculares, proporcionando à articulação um certo grau de movimento. Também causam o mesmo efeito a aplicação de calor local ou banhos quentes. O reforço muscular é parte fundamental do tratamento bem feito.
O uso de anti inflamatórios deverá obedecer às crises de inflamação e, quanto aos anti artrósicos de ação lenta, estes se justificam, e fazem parte da ação condroprotetora e de redução de medicamentos anti álgicos e anti inflamatórios não hormonais. Proteger as articulações do uso excessivo é um dos objetivos. Isso pode ser feito através do uso de bengalas, ou através de modificação de hábitos como jardinagem,. A indicação de tratamentos locais e cirúrgicos, está diretamente ligado à evolução da doença, devendo o especialista, estar sempre vigilante quanto à patologia e a hora correta da indicação da cirurgia. Logo que o tratamento clinico deixar de ser eficaz, a cirurgia pode ser necessária Em artroses leves(pouco avançadas) a artroscopia pode aliviar os sintomas devido ao fato de "lavar a articulação" e regularizar pequenas lesões condrais (cartilagem) e meniscais. Esse tratamento objetiva o alívio da dor através da retirada dos restos da cartilagem, fonte de inflamação, propiciando frequentemente um bom alívio, ainda que temporário (alguns meses ou anos) da dor. As duas mais frequentes possibilidades terapêuticas cirúrgicas são osteotomia e a artroplastia total ou parcial do joelho (prótese do joelho). A osteotomia do joelho corrige o eixo do membro inferior de forma a equilibrar o peso do paciente sobre o compartimento oposto cuja cartilagem é sã. A prótese total do joelho substitui, em contrapartida, a cartilagem destruída. Infelizmente o transplante de cartilagem não é indicado nesses casos. Esse é melhor indicado os casos em que há uma perda condral (cartilagem) localizada e traumática.
A fome anda de mãos dadas com os quilos a mais. E não só porque se ingere mais comida, como você vai ver a seguir Você leva a primeira garfada à boca e começa a mastigar. Que delícia! O prazer de saborear um bom prato, porém, faz acelerar o ritmo da comilança. Eis a grande armadilha: não esperar pelo menos 20 minutinhos para que o cérebro entenda que você já está satisfeito. Só quando cai a ficha lá na massa cinzenta, é que entra em cena o PYY, o hormônio da saciedade. “Está mais do que comprovado: quem mastiga com calma, em vez de encarar as refeições como um rali de velocidade, certamente come porções menores”, informa o pesquisador Hiroyasy Isso, que investiga assuntos relacionados à obesidade no Departamento de Medicina da Universidade de Osaka, no Japão. Em outras palavras, é uma questão de comportamento, conforme aponta seu estudo. Juntamente com seus colegas de equipe, Hiroyasy Isso recrutou 1.122 homens e 2.165 mulheres com idades entre 30 e 69 anos. Passou, então, a indagar sobre seus hábitos à mesa, levando em conta também o índice de massa corporal de cada um deles. Os estudiosos descobriram que praticamente a metade dos varões e um pouco mais da metade das voluntárias só paravam de comer após se sentirem completamente saciados. Em comum, eles compatilhavam este perfil: eram o que se pode chamar de comedores rápidos. A etapa seguinte foi comparar esses dois grupos com os participantes que não iam com tanta sede ao pote, por assim dizer. Resultado: os homens e as mulheres que comeram até não ter mais um pingo de vontade tinham duas vezes mais probabilidade de chegar ao sobrepeso. Esse risco aumentava três vezes entre os que comiam até a satisfação total e ainda por cima o faziam rapidamente. “A combinação desses dois tipos de comportamento têm efeito considerável no ganho de peso”, conta Isso. Nem só as atitudes à mesa, no entanto, explicam essa relação. “Sabemos que há um mecanismo genético que nos leva a comer além da conta como forma de garantir um suprimento de energia enquanto ela está disponível”, continua o cientista japonês. E ele finaliza: “Também contribui para o consumo desnecessário de calorias o fato de que muita gente hoje em dia come distraído, sem prestar atenção no que está pondo no prato.” Bem, se você se identifica com esses casos, compare seu comportamento à mesa com o dos seus amigos ou familiares e responda francamente: 1. Você continua mordiscando petiscos ou pães do couvert depois de terminar a refeição só para acompanhar os outros? 2. Você mantém guloseimas à vista no escritório ou na sala de casa? Bem, responder sim a uma só pergunta já indica que é preciso mudar de comportamento, sob pena de disparar o ponteiro da balança ladeira acima. E quanto ao peso da genética nessa história, ninguém aqui vai subestimá-la, mas já se sabe que o estilo de vida é capaz de ativar no nosso corpo os genes que previnem várias doenças – a obesidade entre elas. Mais um motivo para adotar hábitos saudáveis! por Thais Cavalheiro
O vegetarianismo é a tendência mais cresce no mundo desenvolvido. Eis 21 motivos porque deve pensar em tornar-se vegetariano também:
1- Evitar carne é um dos melhores e mais simples caminhos para cortar a ingestão de gorduras. A criação moderna de animais provoca artificialmente a engorda para obter mais lucros. Ingerir gordura animal aumenta as possibilidades de ter um ataque cardíaco ou desenvolver câncer.
2- Em cada minuto todos os dias da semana, milhares de animais são assassinados em matadouros. Muitos sangram vivos até morrer. Dor e sofrimento são comuns. Só nos EUA, 500.000 (meio milhão) de animais serem mortos a cada hora!
3- Há milhões de casos de envenenamento por comida relatados a cada ano. A vasta maioria é causada pela ingestão de carne.
4- A carne não contém absolutamente nada de proteínas, vitaminas ou minerais que o corpo humano não possa obter perfeitamente de uma dieta vegetariana.
5- Os países africanos - onde milhões morrem de fome - exportam cereais para o mundo ocidental para engordar animais que vão parar na mesa das nações ricas.
6- "Carne" pode incluir rabo, cabeça, pés, reto e a coluna vertebral de um animal.
7- Uma salsicha pode conter pedaços de intestino. Como é possível alguém estar seguro que os intestinos estavam vazios quando utilizados? Você realmente quer comer o conteúdo do intestino de um porco?
8- Se comessemos as plantas que cultivamos emvez de alimentar animais para corte, o déficit mundial de alimentos desapareceria da noite para o dia. Lembre-se que 100 hectares de terra produz carne suficiente para 20 pessoas, podia produzir cereais para alimentar 240 pessoas!
9- Todos os dias dezenas de milhões de pintainhos de apenas 1 dia de vida são mortos apenas por que são demasiado frágeis ao sair dos ovos. Não há regras para determinar como ocorre a matança. Alguns são moídos vivos ou sufocados até à morte. Muitos são utilizados como fertilizantes ou como ração para alimentar outros animais.
10- Os animais que morrem para serem levados para a mesa morrem sozinhos, em pânico e terror, em profunda depressão e em grande dor. A matança é impiedosa e desumana.
11- É muito mais fácil ser e manter-se elegante quando se é vegetariano.
12- Metade das florestas tropicais do mundo foram destruídas para serem utilizados como terrenos de pasto para criar gado para fazer hambúrguer. Cerca de 1000 espécies são extintas por ano devido à destruição das florestas tropicais.
13- Todos os anos 400 toneladas de grãos alimentam animais de corte - assim os ricos do mundo podem comer carne. Ao mesmo tempo, 500 milhões de pessoas nos países pobres morrem de fome. A cada 6 segundos alguém morre de fome por que pessoas no Ocidente estão a comer carne. Cerca de 60 milhões de pessoas morrem de fome por ano. Todas essas vidas poderiam ser salvas, porque estas pessoas poderiam estar a comeros cereais usados para alimentar animais de corte se os norte-americanos comessem 10% a menos de carne.
14- As reservas de água fresca do mundo estão a ser contaminadas pela criação de gado de corte. E os produtores de carne são os maiores poluidores das águas. Se a indústria de carne no EUA não fosse subsidiada no seu enorme consumo de água pelo governo, algumas gramas de hambúrguer custariam US$ 35.
15- Se você come carne, está a consumir hormonas que foram administradas aos animais. Ninguém sabe os efeitos que estas causam à saúde. Em vários testes, um em cada 4 hambúrgueres contém hormonas de crescimento originalmente administrados ao gado.
16- As seguintes doenças são comuns em comedores de carne: anemias, apendicite, artrite, câncer da mama, câncer de cólon, câncer de próstata, prisão de ventre, diabetes, pedras na vesícula, gota, pressão alta, indigestão, obesidade, varizes. Vegetarianos há longo tempo visitam hospitais 22% menos que carnívoros e por pouco tempo. Vegetarianos têm 20% menos colesterol que carnívoros e isso reduz consideravelmente ataques cardíacos e câncer .
17- Alguns produtores usam calmantes para manter os animais calmos. Usam antibióticos para evitar ou combater infecções. Quando você come carne, está ingerindo estas drogas. Na América do Norte 55% de todos os antibióticos são dados a animais de corte, e a porcentagem de infecções por bactérias resistentes a penicilina avançou de 13% em 1960 para 91% em 1998.
18- Num período de vida um comedor de carne médio terá consumido 36 porcos, 36 ovelhas e 750 galinhas e perus. Você deseja tal carnificina na sua consciência!?
19- Os animais sofrem dor e medo como nós. Passam as últimas horas de vida trancados num camião, encerrados com centenas de outros animais, igualmente apavorados, e depois são empurrados para um corredor da morte ensopado de sangue. Quem come carne sustenta o modo como os animais são tratados.
20- Animais com um ano de vida são frequentemente muito mais racionais - e capazes de pensamento lógico do que bebés humanos de 6 semanas. Porcos e ovelhas são muito mais inteligentes do que criancinhas. Comer esses animais é um acto bárbaro.
21- Vegetarianos são mais aptos fisicamente do que os comedores de carne. Muitos dos mais bem-sucedidos atletas do mundo são vegetarianos.